UX Writer e Designer Conversacional especializada em IA, chatbots e experiências digitais mais humanas. Entre fluxos, linguagem e produto, transformo estratégia em experiências que fazem sentido.
Sou UX Writer e Designer Conversacional com mais de 4 anos de experiência criando experiências digitais mais claras, naturais e humanas.
Ao longo da minha trajetória, trabalhei com produtos digitais, interfaces conversacionais e experiências com IA, conectando linguagem, comportamento e estratégia em diferentes contextos.
Acredito que boas experiências não começam na interface. Elas começam na forma como as pessoas entendem, interagem e se sentem dentro de um produto.
UX Writing e Conversational Design para o chatbot oficial do Time Brasil no WhatsApp. Criação de jornadas, tom de voz e fluxos conversacionais para milhares de torcedores durante os Jogos Olímpicos Paris 2024.
UX Writing e Design Conversacional para o chatbot de acessibilidade do Rock in Rio. Estruturei fluxos, linguagem simples e experiências inclusivas para facilitar o acesso à informação durante o festival.
Experiência digital com IA generativa para a campanha Pedacinhos de Natal da Lacta. Criação da jornada, UX Writing e tom de voz da IA para transformar fotos dos usuários em vídeos personalizados.
Projeto conceitual que transforma minha rotina em um produto digital. Uma experiência criada do zero para explorar UX Writing, Product Design e UI por meio de uma narrativa interativa sobre quem eu sou.
Projeto experiências conversacionais com foco em clareza, comportamento e fluidez de navegação. Estruturo fluxos, intenções e jornadas que tornam interações complexas mais naturais e intuitivas.
Desenvolvo experiências orientadas por IA generativa, criando prompts, estruturas de linguagem e interações alinhadas ao comportamento do usuário.
Construo sistemas de linguagem, microcopy e diretrizes de tom de voz que reduzem fricção e tornam produtos mais claros, consistentes e fáceis de usar.
Crio experiências acessíveis para diferentes contextos de leitura e interação, com foco em acessibilidade cognitiva, leitura assistiva e linguagem clara.
A melhor experiência é aquela que o usuário nem percebe que está sendo guiada. Linguagem bem feita é invisível.
Disponível para projetos, vagas e colaborações em UX, IA e produto.
Projetos que chegaram às manchetes, alcançaram milhões de usuários e foram construídos com intenção, do primeiro fluxo ao último push.
Responsável pelo UX Writing e Design Conversacional do chatbot oficial do Comitê Olímpico do Brasil em parceria com a Meta durante os Jogos Olímpicos Paris 2024. O projeto foi criado para transformar a cobertura olímpica em uma experiência conversacional mais fluida, rápida e envolvente dentro do WhatsApp.
Estruturei fluxos conversacionais, arquitetura de conteúdo e o tom de voz do Ginga, persona oficial do chatbot do Time Brasil. Também participei de testes com torcedores reais, refinamento contínuo da experiência e análise de comportamento dos usuários durante o evento.
O chatbot esteve ativo durante as Olimpíadas Paris 2024, evento com audiência global de bilhões de pessoas e alto volume de interações em tempo real. O projeto recebeu cobertura espontânea em veículos como Época Negócios, TecMundo, Terra e ESG Inside, reforçando o uso de experiências conversacionais como canal de engajamento durante grandes eventos esportivos.
Mapeamos diferentes jornadas de torcedores — desde usuários acompanhando as competições de casa até brasileiros presentes em Paris durante os jogos. A pesquisa revelou momentos de maior ansiedade relacionados a resultados em tempo real, agenda de competições, medalhas e acesso rápido às informações do evento.
Os testes mostraram que usuários em contexto de evento possuem atenção fragmentada e baixa tolerância a interações longas. A partir disso, priorizamos fluxos curtos, com no máximo 3 a 5 mensagens por intenção, reduzindo esforço cognitivo e tornando a navegação mais fluida dentro do WhatsApp. Menus extensos e múltiplas opções foram descartados após os primeiros ciclos de teste.
Desenvolvi o guia de voz do chatbot com foco em uma comunicação energética, brasileira e acessível, alinhada ao posicionamento do Time Brasil. O desafio era equilibrar proximidade e linguagem oficial sem tornar a experiência burocrática ou engessada. A persona Ginga foi criada para funcionar como anfitriã da conversa, aproximando os torcedores da experiência olímpica de forma mais humana e envolvente.
Realizamos 3 rodadas de testes com torcedores reais durante o período olímpico para validar clareza textual, velocidade de compreensão e fluidez da navegação. Um dos principais aprendizados veio da escolha de verbos e microcopys: palavras como "consultar" e "verificar" aumentavam abandono de fluxo, enquanto termos mais diretos como "ver", "acompanhar" e "descobrir" geravam interações mais rápidas e naturais. Os ajustes ajudaram a reduzir fricção e tornar a experiência mais intuitiva durante momentos de consumo acelerado de informação.
A operação continuou ativa durante todo o período dos Jogos Olímpicos, com acompanhamento diário de logs de conversa e comportamento dos usuários. Os insights coletados ajudaram a identificar pontos de abandono, refinar fluxos e ajustar mensagens em tempo real para manter clareza e eficiência mesmo durante picos de acesso.
Em experiências conversacionais de larga escala, simplicidade e velocidade têm impacto direto na retenção e no engajamento. Os testes também reforçaram como pequenas decisões de linguagem podem alterar comportamento, reduzir fricção e melhorar significativamente a experiência do usuário em contextos de alta atenção fragmentada.
Atuei no desenvolvimento da experiência conversacional do chatbot de acessibilidade do Rock in Rio, criado para apoiar pessoas com deficiência durante a jornada no festival. O foco do projeto era transformar informações críticas em uma experiência clara, acessível e acolhedora, considerando diferentes contextos de acessibilidade e leitura assistiva.
Estruturei fluxos conversacionais, arquitetura de conteúdo e diretrizes de linguagem com foco em acessibilidade cognitiva, clareza textual e redução de esforço durante a interação. Também participei das validações com usuários PCD, testes A/B e refinamento do modelo conversacional com base em comportamentos reais observados nos testes.
Em um festival com mais de 700 mil pessoas por edição, o projeto ajudou a reduzir barreiras de acesso à informação para o público PCD por meio de uma experiência conversacional mais clara, autônoma e acessível. A iniciativa consolidou a acessibilidade conversacional como parte da experiência digital do evento, e não apenas como suporte complementar.
A pesquisa revelou que as principais dores do público PCD não estavam apenas na disponibilidade de recursos de acessibilidade, mas na dificuldade de acessar informações críticas com rapidez, autonomia e clareza durante o evento. A partir de entrevistas e validações com usuários, mapeamos fricções relacionadas à mobilidade, localização de serviços, leitura assistiva e sobrecarga de informação em contexto de festival.
Validamos que acessibilidade conversacional vai além de simplificar conteúdo. Usuários que utilizavam assistentes de voz relataram dificuldade com mensagens excessivamente decoradas, uso de emojis e estruturas pouco escaneáveis. A estratégia conversacional foi redesenhada para priorizar clareza, leitura fluida por tecnologias assistivas, objetividade e acolhimento real, sem excesso visual ou linguagem performática.
Toda a arquitetura de conteúdo foi construída com foco em acessibilidade cognitiva e leitura assistiva. Optamos por mensagens mais escaneáveis, sem emojis e com baixa ambiguidade textual, priorizando compreensão imediata em diferentes contextos de uso. As validações com pessoas PCD ajudaram a ajustar tom, estrutura das respostas e carga cognitiva da conversa, garantindo uma experiência mais clara, humana e funcional.
O treinamento conversacional exigiu curadoria de intenções baseada em linguagem real dos usuários, considerando diferentes formas de pedir ajuda, relatar limitações ou buscar suporte durante o festival. Também refinamos respostas e fluxos para reduzir falhas de interpretação em cenários críticos de acessibilidade, priorizando consistência, previsibilidade e clareza na experiência.
Atuei como UX Designer e strong>UX Writer na campanha Pedacinhos de Natal da Lacta, uma experiência digital com IA generativa que transformava fotos dos usuários em vídeos animados personalizados.
Fui responsável pela jornada do site, estruturação da experiência, UX Writing, push notifications e adaptação do tom de voz da IA ao contexto emocional da campanha.
Em uma campanha de alcance nacional da Lacta, a IA generativa foi usada para transformar fotos dos consumidores em experiências personalizadas e compartilháveis, conectando tecnologia, emoção e interação ao longo da jornada.
Estruturei a jornada e os copys da experiência, acompanhando o usuário desde o envio da foto até o recebimento do vídeo personalizado com IA. O fluxo foi pensado para ser simples, fluido e fácil de acompanhar, reduzindo fricções ao longo da navegação. Também desenvolvi as mensagens enviadas via WhatsApp, incluindo validação de código, notificações e entrega do vídeo final.
Durante os testes, percebemos que mensagens longas geradas pela IA aumentavam fricção e dificultavam o compartilhamento. A solução foi limitar as respostas em até 3 frases, equilibrando personalização, velocidade e facilidade de uso.
Desenvolvi os copys e direcionamentos de linguagem da experiência, adaptando o tom da Lacta para interações com IA, push notifications e momentos-chave da jornada./p>
Participei da construção da experiência entre site, chatbot e notificações, garantindo consistência de comunicação e fluidez entre os diferentes pontos de contato da campanha.
O Evycore é um app conceitual que transforma a minha rotina em interface. Uma experiência interativa onde o usuário navega por telas de produto, entre onboarding, rotina, modo off, pets, shows e leituras, enquanto conhece quem eu sou através da experiência.
A ideia surgiu de uma pergunta simples: “e se eu fosse um produto?”. O resultado foi um case construído de ponta a ponta, unindo UX Writing, UI e Product Design em uma experiência com personalidade, intenção e consistência visual.
Entre rotina, pets, livros, shows e tarefas do dia, o Evycore mistura organização e personalidade em uma experiência mais humana. Ao longo da navegação, o projeto conecta UX Writing, UI e Product Design em fluxos, microcopys e decisões visuais pensadas para funcionar como um produto real.
4 telas de apresentação que constroem contexto aos poucos, conectando personalidade, rotina e tom de voz desde o primeiro acesso.
Tela principal com tarefas organizadas por contexto da vida real, como casa, trabalho e pets. A experiência usa microcopy e progressão visual para deixar a rotina mais leve e funcional.
Seção dedicada a shows, livros e momentos de pausa. Mostra como o mesmo sistema visual sustenta conteúdos diferentes sem perder consistência.
Área de conexões e recomendações personalizadas, mantendo continuidade de linguagem e coerência visual em todos os estados da interface.
Uma metodologia construída na prática, projeto após projeto, com foco em clareza, comportamento e experiência real de uso.
Não acredito em processos rígidos. Acredito em estrutura suficiente para criar com clareza, velocidade e consistência.
Cada projeto começa pela mesma pergunta: "o que esse usuário realmente precisa entender aqui?"
Trabalho na interseção entre estratégia, linguagem e produto. Isso significa transformar fluxos complexos em experiências mais claras, intuitivas e funcionais.
Minha abordagem combina pesquisa, comportamento e execução rápida. Sei quando aprofundar uma investigação e quando iterar com base em hipótese, teste e aprendizado real de uso.
Também sei identificar quando uma solução adiciona fricção em vez de resolver o problema. Nem toda feature melhora a experiência. Nem toda copy gera clareza.
Começo mapeando o contexto: quem é o usuário, quais são suas dores reais, o que o produto promete e onde a experiência começa a gerar dúvida, fricção ou abandono.
Uso entrevistas, análise de comportamento, dados existentes e benchmarks para construir hipóteses antes de construir soluções. Em produtos conversacionais, isso significa entender como as pessoas falam, interpretam e tomam decisões durante a interação.
Com o contexto em mãos, estruturo fluxos e arquitetura da experiência antes da escrita. Em chatbots, isso significa mapear intenções, entidades, caminhos felizes, exceções e pontos de abandono. Em produtos digitais, significa organizar hierarquia de informação, navegação e carga cognitiva antes de qualquer interface final.
Grande parte dos problemas de linguagem é resolvida nessa etapa. Fluxo ruim não se corrige com copy boa.
A escrita entra como parte do sistema, não como acabamento visual. Desenvolvo tom de voz, microcopy, diretrizes de linguagem e estruturas de comunicação coerentes com o comportamento do usuário e os objetivos do produto.
Tom de voz não é apenas estilo. É percepção de marca, clareza e confiança durante a experiência.
Validação não acontece no final do projeto. Ela acompanha toda a construção da experiência. Realizo testes com usuários reais, análise de comportamento, acompanhamento de métricas e A/B testing de fluxos críticos — especialmente em onboarding, CTAs, mensagens de erro e experiências conversacionais.
Um aprendizado recorrente: usuários raramente leem tudo. Eles escaneiam, interpretam e tomam decisões rapidamente. Os testes existem para confrontar essa realidade.
Ao final de cada projeto, estruturo documentações e sistemas que permitem continuidade sem dependência operacional. Isso inclui guidelines de linguagem, handoff para desenvolvimento, treinamento de equipes e estruturas de conteúdo que mantêm consistência mesmo com evolução do produto.
Uma boa documentação reduz retrabalho, diminui ruído entre times e ajuda a experiência a escalar de forma sustentável.
Estruturação do fluxo de trabalho e metodologia de UX Writing para o projeto do site desde o zero, estabelecendo operações de conteúdo escaláveis. Liderança da equipe de conteúdo, criação e implementação do manual de tom e voz da marca, escrita de microcopy para interfaces web e apoio na definição de personas, jornadas e testes A/B com foco em melhoria contínua.
Desenvolvimento de microcopy para chatbots e aplicações em WhatsApp Business API (WABA), com definição de tom e estilo, testes e iterações centradas no usuário. Condução de pesquisas, entrevistas, criação de personas, mapeamento de jornadas e definição de KPIs. Engenharia de prompt e treinamento de LLMs para chatbots e assistentes virtuais. Projetos incluem o chatbot oficial do COB durante as Olimpíadas Paris 2024 e o chatbot de acessibilidade do Rock in Rio.
Construção de fluxogramas, wireframes e microcopy para interfaces conversacionais e aplicativos digitais, com definição de tom, testes e iterações focadas no usuário. Execução de UX Research com entrevistas, personas, testes de usabilidade e definição de KPIs. Atuação como Product Owner com definição e priorização de backlog e acompanhamento contínuo de projetos.
Apoio na jornada de compra e fidelização do usuário. Curadoria de chatbot com pesquisas quantitativas e qualitativas, análise longitudinal de dados, identificação de melhorias e desenvolvimento de planos de ação para otimização contínua da experiência.
Aberta para projetos, colaborações e oportunidades em UX Writing, experiências conversacionais e produtos digitais. Respondo rápido.
"Nem tudo aqui está finalizado. E talvez essa seja a parte mais honesta do processo."
— Evellyn Batista